Se existe
indefinição nesta eleição, ela se chama senado. Não dá pra afirmar que há
favorito e nem quem irá ganhar a única vaga destas eleições. Com o fervor da
festa da democracia cada vez mais presentes nas ruas, já se observa mudanças na
estratégia eleitoral para a corrida senatorial.
Chave
fundamental será a Região Metropolitana de Belém, que hoje tem quase 30% do
eleitorado paraense.
Apesar de
ter sido prefeito de Belém por oito anos, Duciomar Costa ainda não conseguiu
desatrelar da grande rejeição que fora a maior cabo de eleitoral de Priante e
Zenaldo nas duas ultimas eleições para prefeito, porém não devemos descartá-lo, sua campanha
parece ainda não estar na rua, além de que, quanto mais distante de Belém maior
seu potencial de intenção de voto.
Por outro
lado Jefferson Lima é forte na região de Belém, porém é só. Ele se destaca na
região pelo fato de seu programa ser mais assistido e consequentemente ele ser
mais conhecido, contudo há uma relação, quanto pior for o sinal do canal de seu
programa mais desconhecido ele é. Jefferson sabe disto e usará seu programa eleitoral
justamente para ganhar capilaridade além das fronteiras de Belém, ser mais reconhecido
no resto do estado, coisa que seu programa ainda não pode fazer.
Helenilson
parece ser o mais sensato, pois ele não é conhecido, apesar de ser
vice-governador as pessoas na rua nunca ouviram falar, seu rosto precisa
aparecer, principalmente em Belém. Logo sua estratégia é colar em Jatene, o que
traz resultados positivos para ele. E apesar de ser do Oeste do Pará o
vice-governador tem baixo potencial eleitoral lá, assim como Jatene. Desse
jeito ninguém se ajuda. Saindo da região tapajônica ele vem aumentando seu
potencial de disputa, sempre com a imagem de candidato do governador.








0 comentários:
Postar um comentário