terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Balanço e Perspectivas do PT: uma contribuição ao debate político

Do blog:

Recebi este e-mail e estou publicando com a seguinte ressalva: A Mensagem ao Partido é um grupo que reúne várias tendências internas PT, entre elas a DS. Eu faço parte da Mensagem e não fui convidada a produzir esta avaliação. Com certeza esta é uma avaliação da DS.

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Em anexo encaminho uma avaliação feito pelo grupo Mensagem ao Partido sobre a gestão do PT-PA no governo do estado e as perspectivas para ações futuras.

Leiam e avaliem...

Saudações Socialistas

Alanna S. 
 
Mensagem ao Partido

A vitória de Ana Julia de 2006 representou a materialização de muitos anos de acúmulo de forças do campo democrático-popular na oposição aos governos conservadores de nosso estado, que aqui implementaram um modelo de desenvolvimento excludente, seja pela ação direta ou pela omissão frente a inserção passiva do estado do Pará na federação. 


A conquista do governo abriu a possibilidade de afirmação de um novo modelo de desenvolvimento em nosso estado, a partir do fomento a atividades econômicas mais complexas, que utilizassem de forma mais elaborada nossos recursos naturais e que permitissem a criação de novas oportunidades de emprego e renda a partir do combate à precariedade, à destruição ambiental e à ilegalidade.  

Uma correlação de forças favorável ao campo popular também criou condições inéditas para a democratização do Estado e para o fortalecimento da participação popular, seja através de formas coletivas de planejamento econômico ou através dos mecanismos de controle social da gestão pública, por meio de conselhos e conferências temáticas.
Apesar de termos governado para muitos, a partir dos interesses das maiorias. Apesar das mudanças significativas que iniciamos no estado e da eleição da maior bancada parlamentar da história de nosso partido, a não reeleição de nossa governadora e a não eleição de um senador é a demonstração de um revés que exigirá um balanço profundo.

De antemão, queremos conclamar os companheiros e companheiras a fazermos um debate politizado, que não resvale para a fulanização da crítica e para a busca fácil de culpados, pois isto só interessa aos nossos adversários da direita. Ao futuro do PT no estado, interessa um balanço que nos permita aprender com nossos erros sim, mas, que ao mesmo tempo, defenda os avanços da nossa experiência de governo e construa a unidade interna para realizarmos a necessária oposição ao projeto excludente capitaneado pelo PSDB.

Um revés político

Não obstante os avanços, era claro, desde 2006, que a vitória do PT e seus aliados foi facilitada pela divisão das forças conservadoras de nosso estado, representados pelo PMDB e pelo PSDB.

O PSDB representava, e ainda hoje representa, o partido orgânico dos setores e interesses hegemônicos da burguesia em nosso estado:  da elite rentista de Belém, ao latifúndio e agronegócio da fronteira. 

Já o PMDB, aglomerado político sedimentado a partir do controle partidário e empresarial de sua maior liderança, o ex-governador Jader Barbalho, representou historicamente frações marginais das elites, que têm na máquina burocrática do Estado sua principal fonte de reprodução, seja no parlamento, prefeituras, conselhos de tribunais, polícia, cargos federais e estaduais.
A conseqüência política de tal avaliação do processo eleitoral de 2006 apontava dois caminhos, não necessariamente excludentes, para que o governo Ana Julia pudesse garantir governabilidade e a execução de um programa de mudanças à altura das expectativas do eleitorado:

a) o fortalecimento do chamado campo democrático e popular, com uma forte articulação com os movimentos sociais organizados e com a sociedade civil a partir de formas participativas de governança.

b) o estabelecimento de alianças partidárias estáveis com o setor menos dinâmico das elites estaduais, representado particularmente pelo PMDB.

Enfim, de um lado deveríamos articular uma consistente unidade da esquerda social e partidária e de outro não poupar esforços para que os setores das elites continuassem divididos, cindidos em suas disputas políticas e empresariais, como voltamos a assistir no caso dos principais grupos de comunicação do estado.

A derrota da candidatura ao governo se dá à medida que esse dois elementos organizadores de nossa estratégia são abandonados, por contradições no governo e na sua base de esquerda e porque a direita se reunificou ao redor da candidatura de Simão Jatene.

A Reunificação das Elites

Nosso governo esteve sobre forte ataque das elites desde os seus primeiros dias. Nossos inimigos nunca esqueceram o que representava a eleição da primeira mulher, à frente de um governo de esquerda em um estado marcado historicamente pela violência do latifúndio e do patrimonialismo.

Ao retomarmos as torres da Funtelpa, redimensionarmos os contratos de comunicação com grupos associados ao governo anterior sofremos intenso ataque midiático que ultrapassou os limites de nosso estado.

Por outro lado, os meios de comunicação dos supostos aliados sempre tiveram postura ambígua, de desgaste lento e gradual da imagem do governo, principalmente na área da segurança pública, uma das áreas de maior investimento em quatro anos de governo.

Os ataques não eram despropositados, já que seus autores sentiam diariamente, na perda de espaço institucional e acesso a recursos públicos, além da contrariedade de seus interesses econômicos que nosso governo era diferente: nas ações de fiscalização das guseiras de Marabá que utilizavam floresta primária e trabalho escravo na sua cadeia produtiva, no combate à grilagem e na abertura de processos para cancelamento de títulos de terra de origem duvidosa, no diálogo, respeito e não criminalização dos movimentos sociais do campo. Como resposta, a admissibilidade do pedido de intervenção no estado do Pará pelo suposto não cumprimento de mandatos de reintegração de posse, que, ironicamente, estavam sendo cumpridos em número maior que no governo Jatene.

A inconstância na estratégia e a corrosão da base do governo
Frente a uma oposição fragmentada, mas com razoável força social, nossa estratégia era clara: fortalecer o campo popular, intensificando a participação popular e a unidade da esquerda e estabelecer, como já dito, uma aliança com o PMDB.  Pouco a pouco as bases da governabilidade foram sendo erodidas a partir de um acúmulo de pequenas crises que, somadas a súbitas mudanças de orientação política confundiram tanto o povo quanto os aliados, que passaram a ter dificuldade em construir uma narrativa que explicasse a linha política preponderante do governo.

A versão difundida na sociedade passou a ser a de um governo que “não cumpria acordos”, quando na verdade fomos um governo que fazia, simultaneamente, acordos conflitantes entre si, ou que demorava demais a tomar decisões, e portanto, a pô-las em prática. Esse problema está intimamente ligado não à existência de um “núcleo duro”, mas à fragmentação e dispersão do que deveria constituir o núcleo dirigente do governo.

Muitas frentes de batalha foram abertas ao mesmo tempo, tanto no campo político, como no institucional. Na gestão o problema desta dispersão de esforços e inconstância nas prioridades se refletiu em um governo que apesar de ter batido recordes em captação de recursos para saneamento e habitação, ter inovado na ciência e tecnologia, cultura e nos programas para a juventude como o bolsa trabalho e o projovem, ter iniciado uma mudança profunda no ordenamento territorial, no apoio à agricultura familiar, na pesca e aqüicultura e na assistência social, acabou sendo visto como um governo de secretários.

Daí origina-se o nosso maior problema com a comunicação institucional: a construção tardia de marcas de governo, já que estas exigiam estabilidade nos rumos do governo.

Um legado a defender

Apesar do caráter autocrítico destas linhas, fizemos um governo que deixa um legado do qual nos orgulhamos: a constituição de uma nova base institucional que, ao unir ordenamento fundiário, zoneamento econômico e ecológico, cadastro ambiental rural e licença ambiental rural formam a base de uma revolução silenciosa no campo paraense. Garantimos investimento recorde na segurança pública, repasse fundo a fundo na saúde e reconstrução da rede física da educação.  Fortalecemos o Banpará, a Cosanpa, o IASEP e a COHAB. Demos passos importantes para que a UEPA superasse uma era de desmandos e corrupção. Fizemos obras estruturantes no sistema viário da região metropolitana. Construímos uma rede pública de comunicação. Iniciamos, em parceria com o governo federal, a mudança do padrão produtivo da economia paraense, com a conquista das siderúrgicas de Marabá e dos investimentos da Petrobrás biocombustíveis na região tocantina.

Perspectivas
Negar os avanços importantes do governo Ana Julia é a estratégia da direita para esvaziar a experiência do PT, que esteve à frente de secretarias centrais para as políticas de maior visibilidade do governo, como a SEDUC, a SECULT, a SESPA, a SETRANS, a SAGRI, a SEDECT e a SETER, por exemplo.

Esta é a base sobre a qual iniciaremos nossa oposição ao governo Jatene, em parceria com os movimentos sociais, e com todos aqueles beneficiados pelas políticas públicas do governo Ana Julia.

O governador eleito já percebeu a força do PT e está montando um secretariado de forte representação política nos setores mais conservadores da sociedade paraense que sinaliza para a dimensão da disputa política que enfrentaremos nos próximos anos.

Elegemos a maior bancada da história do PT, a companheira Dilma venceu nos dois turnos no Pará e, no segundo turno, uma campanha militante mostrou que o PT entra em 2011 com plenas condições de levar adiante, via governo federal, um programa de mudança para a Amazônia e desenvolver uma vigorosa oposição ao governo Jatene.

Isso tudo exigirá um exercício de unidade partidária, a prudência na exposição pública de opinião dos pré-candidatos em 2012 e a proteção de nossas figuras públicas, particularmente da Ana Julia e do Paulo Rocha, que sofrerão intenso ataque da direita aninhada na imprensa e no governo do Pará. 
 

29 comentários:

Anônimo disse...

Bom DIA
CAra Professora Edilza, meu nome é JHONY SANTOS, sou professor da FUNBOSQUE, tenho 25 anos e sou o atual Presidente do Partido Verde de Marituba, cidade onde, Marina Silva teve 18% dos votos.

Primeiro, campanha se vence ou se perde na eleição, não existe bom candidato que faça uma péssima campanha que ganhe, e não existe péssimo candidato que faça uma boa campanha que perca, foi justamente o que ocorreu.

Eu, particulamente estou traumatizado em ter de lidar com o PT, espero que nunca mais o PV se junte ao PT no Pará, não pela Ana que estive com ela até o final, e a acho uma excelente pessoa e a melhor governadora que o Pará teve.
MAs pela arrogância, e imcompetencia nos homens fortes do Partido, oras, campanha no PArá se vence com militância e cumprimento de acordos de campanha, como pode uma chapa que tinha a maioria dos deputados federais e estaduais, tinha a Marina, a Dilma, o Lula, a maioria dos prefeitos, partidos, vereadores e que tinha sim obras importantes, perder a eleição???
A campanha não chegou as bases, dizer que Ana estava queimada ou rejeitada é mentira, pois visitei vários redutos e guetos de pobreza e pude perceber que bastava alguem ir e falar um pouco do Governo e de Ana para a situção resolver, na TV tinhamos uma Ana burocrática, Arrogante, o que destoava com a Ana combativa e guerreira das ruas, os candidatos não receberam material simples de campanha, e estrutura, que sabiamos que existia, então acampanha foi esvasiando, falindo e por um milagre, não termina já no primeiro turno.
Figuras como os irmãos MArcilio, Puty, Adré FArias, Dozinha, e PAulo Rocha, destruiram a campanha, Paulo Rocha por exemplo era um poço de arrogância, se achava eleito, o senador, não atendia ninguem, não falava com ninguem, tratava mau as pessoas os eleitres,eu mesmo presenciei varias vezes ele tratando mau pessoas que se aproximavam, muitas vezes apenas para tirar uma foto, e os outros acima citados, eram a incompetencia e a arrogancia em pessoa.
Fico torcendo para o PT se rescosntruir, acredito que a imagen da Ana será poupada, porem não poupem esforços para espurgar do partido essas figuras nefastas, que ajudaram a todos nós, sair do governo, e principalmente, da proxima vez tratem bem melhor os aliados, para que portas não se fechen.

JHONY SANTOS
Presidente do PV de MArituba
j-o-santos@hotmail.com

Anônimo disse...

Combate à destruição florestal? Faz-me rir. É muita cara-de-pau! Nunca se viu tanta corrupção, envolvendo altos dirigentes, no órgão estadual responsável pelo controle e fiscalização ambiental, envolvendo a fraude e venda de manejos florestais. Muda o discurso, que esse tá difícil de vender!

Anônimo disse...

Professora, acabo de saber que a PF esta fazendo uma operação na Prefeitura de Paraupebas, fraude em licitações, porfavor apure e divulgue aos seus eleitores

Anônimo disse...

Está ficando a cara do PT este debate, elitizado.
Primeiro um debate feito pelos blogs, onde a grande maioria dos militantes não tem acesso, segundo documento produzido sem a participação coletiva e o uso da Mensagem ao Partido para descaracterizar a posição única e exclusiva da DS, no sentido de tentar justificar o injustificável.
Companheiros da Ds tenham certeza de uma coisa, se a preocupação de vcs e com a unidade, isso será garantido, mais o debate franco e politizado também há de acontecer.
Quanto a proteção de pessoas com caráter de disputa eleitoral para 2012, a história de cada um é que garantirá isso, tando história dentro do PT, como na ocupação de cargos institucionais.
Por fim como militante da Mensagem ao Partido irei formalizar denúncia a direção nacional sobre a origem deste documento sem discussão coletiva. e assim como a Edilza não o referendo como um documento da MENSAGEM AO PARTIDO.
Abç. Militante indignado.

Anônimo disse...

RSSSSS Com certeza é uma avaliação da DS, uma avaliação ficcionária, pois eu, vc e várias pessoas que foram e ainda são da DS, sabém que a maioria do que foi colocado não condiz com a realidade.
A DS troco de uma vaga na câmara federal preferiu colocar a reeleição em segundo plano e isso estava evidente.
A arrogância de "PACHECO" era visível. Aliado a isso ainda tinhamos o tal do "Núcleo burro".
O campo majoritário preferiu entrar na onda e não fazer nada essa é a realidade.

Braulio Uchôa disse...

Edilza acredito que o PT-PARÁ tem todo o direito de reorganizar sua militância e continuar a fazer o debate político, porém dizer que suas bases doutrinárias continuam fiéis ao socialismo é complicado.

Anônimo disse...

O que o Governo da Ana Julia fez de bom para merecer ma reeleição? Este que é o cerne da coisa. Ela talvez foi enganada pois tudo que o atual Governo esta recebendo esta caindo aos pedaços, principalmente as escolas.

Anônimo disse...

Muito bom o texto e pouco parcial - à exceção de quando fala sobre o [não-]cumprimento de acordos e a existência do "núcleo duro".

O PMDB não é um partido que faz alguém ganhar uma eleição majoritária (vide Priante em 2008, Jader em 1998, Elcione em 2002 e Luiz Otávio em 2006), mas tem o tenaz poder de fazer alguém perder (vide Almir em 2006 e Ana Júlia em 2010).

Ciente disso, Jatene aparenta estar tratando o PMDB com pão-de-ló: deu várias secretarias graúdas e órgãos importantes. Só não sabemos como vai ser até 2012, quando tanto Priante como Jordy quererão se candidatar a prefeito. E foi justamente na eleição municipal de 2008 que se produziu um dos maiores rancores entre PT e PMDB: quando este sonhava dia e noite com o Palácio Antônio Lemos e aquele queria mantê-lo como aliado mas coibir sua ascensão a tal - com medo de alimentar um supermonstro que poderia derrotá-lo no biênio seguinte - episódio que culminou no estapafúrdio apoio do PT e principalmente da DS ao Nefasto Dudu.

Ana Júlia foi uma boa governadora, seu "erro" foi não ter adulado os políticos e/ou não ter levado a mídia "no papo".

A DS tentou fazer o que Edmilson fez: concentrar muito poder, multiplicar a dimensão da própria corrente, construir apoio solidamente popular e usar políticos puramente oportunistas enfraquecendo-os ao mesmo tempo - mas com muito menos maestria.

Anônimo disse...

Impressionante: o governo Ana Júlia, então, iniciou um transformação, mas não soube se comunicar com a massa??? Não soube fazer o que Lula fez: conquistar o povo usando a mesma mídia que batia nele... Que pena que aqui no Pará o Pt brigue mais entre si do que com seus adversários e fica engasgado, sem se se comunicar com o povo. Que isso possa mudar.

Anônimo disse...

Profa.Edilza recebi essa avaliação de um dos membros do grupo Mensagem ao Partido,como a senhora deve saber, formado pelas seguintes tendências petistas: DS;Rede;13 socialista;solidariedade.
Ou seja,não é uma avaliação só da DS!E sim de todo grupo Mensagem ao Partido.Fato!...acredito que a senhora deve averiguar, porque não foi convocada para avaliação, já que fazes parte do grupo. Às vezes,desencontros acontecem na comunicação de seus membros.

Saudações cordiais.
De sua ex-aluna
Alanna Souto

Anônimo disse...

PROFESSORA, ABRA OS OLHOS, A DS QUER TOMAR CONTA DA MENSAGEM NO PARÁ, POR FAVOR, NÃO PERMITA QUE ELES FAÇAM O MESMO COM A MENSAGEM QUE FIZERAM COM A DS POR QUE VAI SER UMA GRANDE M....

Anônimo disse...

Prof. Edilza quem tem que defender a Ana Julia é a própria DS para governar ela não chamou a militância, agora para lhe defender eles querem os militantes. No governo a maioria era só a elite a quem fazem críticas. Que chamem quem estava no governo para lhe dá essa proteção.

Anônimo disse...

À que governo se refere essa avaliação? Da Ana Júlia é que não é!

Anônimo disse...

Fiquei com a sensação, depois da leitura dessa avaliação, que o pt sabe cumprir acordo com as tendências marginais da burguesia paraense, mas o povo, ou mesmo a militância (aquela que segurava bandeira por alguns trocados?), não compreende. Não sei se por ignorância ou por sapíência...

ARTesquerda disse...

O texto da “Mensagem” é certamente imperdível para mostrar o infantilismo político que orientou a estratégia política do "núcleo duro da DS" (o "quarteto") que controlou o governo estadual e a campanha eleitoral de Ana Júlia à reeleição.Vejamos, como exemplo, um dos paragrafos do texto da DS (Mensagem???): "A versão difundida na sociedade passou a ser a de um governo que “não cumpria acordos”, quando na verdade fomos um governo que fazia, simultaneamente, acordos conflitantes entre si, ou que demorava demais a tomar decisões, e portanto, a pô-las em prática. Esse problema está intimamente ligado não à existência de um “núcleo duro”, mas à fragmentação e dispersão do que deveria constituir o núcleo dirigente do governo".
Foi, certamente, "muito conflitante", para a cúpula da DS apoiar, por exemplo, ao desacreditado prefeito de Belém (por não falar outras coisas!!!) Duciomar Costa (PTB) contra o candidato do PT (Mário Cardoso) e do PMDB (Priante) nas eleições municipais de 2008, supostamente os dois principais partidos da base de apoio ao governo Ana Júlia. Mas vamos ao imperdível texto da... DS.

(http://artesquerda.blogspot.com/)

Anônimo disse...

bla,bla,bla...
caiam na real. Nossa governadora nunca teve visão estratégica do Pará e quando a liderança é fraca é isso que acontece. Oportunistas aboletados, metidos a besta e sem nenhum SEMANCOL.

Anônimo disse...

E o quê teria feito tanta coalizão popular ir para os quintos dos infernos?

Anônimo disse...

pprofessora

Anônimo disse...

O Maurílio conseguiu fazer da ana Júlia um concenso no PT - Todos contra ela. Infelizmente, a Ana ficou pra história como uma carga negativa para o PT. Politicamente não existe mais futuro pra ela.

Anônimo disse...

Quanta a operação da PF no sul do Pará não dará em nada. Vide a ação da mesma sobre o Seguro Defeso. O Chico da Pesca e o Miriquinho estão rindo pra parede com o bolso cheio

Vicente Cidade disse...

Professora Edilza, obrigado pela censura no meu comentário. Francamente !! E a senhora diz que quer debater !!!

Anônimo disse...

Ha,ha, Allana! Conta outra, todos sabem que vc. segue determinação do Puty, por isso, deixam a professota de lado. Ela deveria era criar vergonha na cara e nem olhar mais prá certas pessoas desse partido que não vem a importância que ela tem, talvez por despeito e incompetência. Somente os fracos de espirito temem as pessoas competentes.

Anônimo disse...

Anônimo de 12 de janeiro de 2011 10:11:
existe futuro sim. e muito. Se até o Jatene, que foi um governador "muito mais ou menos" e que quase nada de novidades trouxe... conseguiu ganhar.
O que faltou foi acuidade do povo.

Anônimo disse...

incoerentes, cm mentalidade curtas é obvio que precisam sentir na pele o que é proposto por aqueles q usam mascaras para enfrentar SITUAÇÕES. As propostes do PT, são sólidas e oferecem perspectivas, mas é esperado que os de visão curta atrapalhem esse processo. fazer o que!

Anônimo disse...

Prof. Edilza não dei ouvidos para Alana ela faz tudo que a DS manda fazer só se filiou ao PT depois que o PT ganhou o governo tudo por um DAS. Que militante!

Anônimo disse...

Rárára, das 19:03, que o diga o Dudu...quem disse a Ana não tem futuro? Só que o problema não é o povo e sim quem governou. Pouco fez, Jatene nada fará e alguma parte do pt culpando a vítima pela derrota. Ao perdedor, as batatas, como diria Machado de Assis.

Anônimo disse...

Esse Vicente Cidade, quer por que quer aparecer em cima da professora Edilza. A senhora está certissima, não dê ibope para quem não merece!

Anônimo disse...

parabens ao anônimo do dia 13 das 16:28
quem da mal informada pesquise aqui e seja se o jatene fez ou vai fazer alguma coisa melhor: www.anajulia13.com.br/pcg

boa pesquisa
att
erinaldo ramos

Anônimo disse...

Prof. Edilza. Muito ruim essa avaliação. Superficial e não justifica a derrota do governo petista. O PT tem que fazer uma avaliação profunda e todos tem que reconhecer erros - inclusive a senhora, pelo período que esteve no núcleo duro da DS e coordenando a tragédia que foi o PTP.